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Guerra entre EUA e Irã se intensifica e agrava tensões no mercado de petróleo

A escalada da guerra no Oriente Médio ganhou novos contornos após o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã, afastando a possibilidade de uma solução pacífica. Segundo o The New York Times, o presidente Donald Trump ordenou o envio de cerca de 2 mil paraquedistas da 82ª Divisão Aerotransportada para a região, aumentando as chances de uma possível invasão terrestre, enquanto uma proposta de acordo com 15 pontos, incluindo o desmantelamento nuclear iraniano e o fim de sanções, foi rejeitada por Teerã.

O governo iraniano classificou os termos como “inconsistentes com a realidade” e apresentou suas próprias condições, que incluem o fim dos ataques dos EUA e Israel, garantias contra novas ofensivas, pagamento de indenizações, encerramento de outros conflitos regionais e o reconhecimento internacional do controle do Estreito de Ormuz. O país afirmou que só aceitará um cessar-fogo sob esses termos e descartou qualquer negociação antes disso.

Em meio ao conflito, iniciado em 28 de fevereiro, o Irã bloqueou o Estreito de Ormuz em retaliação aos ataques, provocando uma crise no mercado global de petróleo. Enquanto os EUA afirmam estar vencendo a guerra e chegaram a adiar ataques contra instalações energéticas iranianas, Teerã nega negociações e mantém bombardeios contra posições norte-americanas no Oriente Médio, ampliando os impactos sobre a oferta e a logística internacional de petróleo.

Adaptado Diesel Economics | 19/03/2026

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